Cartas, diários, registros de chamadas e registros pintados deixados em Idília. O painel do Arquivo também reúne o vocabulário do próprio mundo - o que é Astra, o que é a Artéria, o que significa Interconexão - então os dois ficam aqui.
- 17
- documentos
- 19
- termos do glossário
- 27
- murais
- 39
- guardados como itens
Reproduzidos na íntegra, na ordem em que suas próprias páginas são lidas.
(Antigo) Diário de Clóvis (7 páginas)
Página 1 Eu sou só florista, por que tenho que pesquisar a vida? Mas o Floret é meu melhor amigo... dá pra sentir o quanto ele se importa. A Semente da Força Vital é importante pra ele. - Percebi que as Íris conseguem ajudar as plantas perto delas a crescerem melhor. Seria algo que vale a pena aprender? Página 2 Acordei e me vi rodeado de Íris. Todas as seis formas diferentes, todas ali. Floret e algumas Íris me apressaram para a pesquisa de hoje. - Opa, esqueci de cozinhar para o Clóvis Jr. Espero que ele não tenha passado fome. - Quem diria? Ele aprendeu a cozinhar por conta própria. E até fez algo para mim. Página 5 Todas as formas de Íris podem ajudar outras plantas a crescer, mas há algumas diferenças entre elas. O poder das Íris do Mar de Flores é gentil e suave. O poder das Íris das Terras Altas Carmesim é intenso e entusiasmado. O poder das Íris da Floresta de Estrelas Cadentes é quieto e sutil. O poder das Íris dos Campos de Nimbo é brilhante e animado. O poder das Íris do Vale Berilino é elegante e sonhador. O poder das Íris do Prado do Sopé é leve e gracioso. ... Será que o que causou essas diferenças? Página 11 Diferenças entre dia e noite, além do terreno, podem fazer a energia elemental variar sutilmente entre as regiões, resultando nas diferentes formas de Íris. Mas suspeito que exista um motivo mais profundo pra isso. - Eu me enfiei tanto nos estudos que esqueci de passar um tempo com Clóvis Júnior. Espero que ele não tenha ficado chateado comigo. Tenho que tirar o dia de folga e passar um tempo com ele amanhã. Página 12 Assim que saí, encontrei Floret, que estava me procurando. Bem, lá se vai meu plano de levar o pequeno Clóvis para passear. - A pesquisa durou dois anos. Finalmente, com a ajuda de Floret, extraí o poder de seis Íris diferentes e infundi em uma única semente. Por algum motivo, sempre sinto que essa semente tem... o aroma da terra? Floret me agradeceu e levou a Semente da Força Vital. Sim, chamei essa semente de Semente da Força Vital, embora ela talvez não seja tão poderosa assim. Página 13 Florida voltou para mim alguns dias depois. De alguma forma, ficou maior... Não evoluiu, acho que só ganhou mais força vital. Isso deveria ser algo bom, mas Florida parecia um pouco chateada. - Ela apontou para o pilar do Ídolo na praça. Fiquei surpreso. Será que a pesquisa era para Éolo ou para a Senhora Irélia? Mas não havia mais nada que eu pudesse fazer. Apesar do meu apurado senso de vida e da minha reputação de florista, não sou nada além de um florista. A única coisa que me resta é passar mais tempo com Clóvis Júnior. Página 16 Clóvis Júnior ainda não cresceu, mas eu já estou ficando velho. O fato de ele ser um garoto independente me enche de orgulho. Mas também me faz sentir culpado. Eu o ignorei quando ele mais precisava de mim. - Sinto minha vida se esvaindo pouco a pouco. Acho que não estarei aqui por muito mais tempo. Espero que Clóvis Júnior não fique muito triste. Se o poderoso Éolo ou a Senhora Irélia puderem ouvir minha prece, por favor, mandem um amigo para Clóvis Júnior quando eu partir. Não conseguirei partir deixando ele sozinho neste mundo.
Uma carta
Meu bisavô era músico. Na era em que o mundo perdeu suas cores, ele inspirava as pessoas com música. Mas a música que cura a alma não consegue vencer a fome. Ele desmaiou. Só voltou a si depois que uma perfumista o alimentou com néctar doce. Depois, incapaz de recusar o pedido dela, ele herdou seu legado e se tornou perfumista também. Ele se sentia preso num lugar sem vento. ... Muito tempo depois, decidiu que já bastava e correu até um penhasco. Naquela época, o Estreito Argênteo ainda não tinha cor, sem ter sido tocado pela graça do Guardião como Vilaflor. O Penhasco do Crescendo era devastado por ventanias intermináveis e conhecido como a "Terra Devastada dos Mil Ventos". Mas nessa terra devastada, meu bisavô encontrou alguns Pius cantando ao vento. Então cantaram juntos, bem alto... Nem o vento conseguia levar suas almas. Eles eram livres. Cantavam sobre liberdade. ... Anos depois, o Guardião devolveu o verde à terra, e o Estreito Argênteo reviveu. No Penhasco do Crescendo, meu bisavô se interconectou com um Piu, voando e cantando no vento fresco. Essa canção deu origem ao Sino da Liberdade. Ela trouxe liberdade, e um grande vento que levava a lugares distantes. ... Meu bisavô passou o legado de perfumista para minha avó. Ele era verdadeiramente livre. Dizem que ele montou no grande vento até onde quis ir. Eu o invejo. ... Se ao menos os Borboscamas pudessem voar pelo mar. Eu e meu parceiro sempre pensamos assim. Se ao menos houvesse um grande vento levando para longe. Acho que, montando nesse vento, poderíamos encontrar a liberdade. ... Agora, o vento chegou.
Registro de chamadas do Raí (5 páginas)
Raí Ligando: Alô? Alô? Raí Atendendo: Alô... Raí Ligando: Onde você tava agora há pouco? E por que tá com essa cara de acabado? Raí Atendendo: Eu tava falando com o “Secador de Cabelo”... Ele não calava a boca. Raí Ligando:... Sei bem como é. Raí Ligando: Mas olha... é impressionante. Aguentar isso por tanto tempo. Raí Atendendo: Ah, o “Secador de Cabelo” sempre responde bem alto. Quer dizer... até que é bom. Raí Ligando: Você não vai... Raí Atendendo: Amanhã... Raí Ligando: Você não tem jeito. Raí Ligando: Alô? Tá me ouvindo? Raí Atendendo: Tô. Raí Ligando: Alô? Tá me ouvindo? Raí Atendendo: Tô. Raí Ligando: Ei... Raí Atendendo: Pera. A gente tá parado bem na frente um do outro. Por que não conversa normal? Raí Ligando: É tradição! Comunicação por correntes elétricas, direto pro coração, é assim que a gente funciona! Raí Atendendo: Sei... direto pro coração. Mas às vezes atrapalha os olhos. Raí Ligando: Você tava pensando alguma coisa maldosa de mim agora? Raí Atendendo: E os ouvidos também, pelo visto... Raí Ligando: Pera... por que a gente tá se ligando aqui no meio da noite? Raí Atendendo: Ué, você prefere entrar na fila embaixo da Corisqueira de dia? Raí Ligando: Não, digo... por que a gente não vai pra Corisqueira agora? Raí Atendendo: Você tem que entender que alguns de nós não curtem ser ouvidos por aí durante uma ligação... Raí Ligando: Quando você diz “alguns de nós”, o que quer dizer? Raí Atendendo: Digo... o tipo que consegue dar um choque e deixar seu pelo todo eriçado. Raí Ligando: Ei, por que você acha que o chefe Pelirraio guarda a Corisqueira e não faz uma única ligação? Raí Atendendo: O chefe Pelirraio faz ligações, sim, mas só à noite. Raí Ligando: E por quê? Raí Atendendo: Talvez ele tenha medo de que alguém esteja escutando. Raí Ligando: Sariou, você também gosta das Frutas Doces que se dividem em três, né? Achei que eu era a única pessoa em toda a Mata dos Coriscos que gostava delas! Raí Ligando: Se ao menos você pudesse vir para a Mata dos Coriscos! Eu realmente, muito, quero compartilhar as que encontrei ontem com você! Corisqueira: Você é... minha pessoa... preferida. Raí Ligando: Hã? Por que você disse isso do nada? Raí Ligando: Mas você tem razão! Nunca nem nos vimos, e nem sei se um dia vou conseguir chegar até onde você está... mas você é realmente minha pessoa preferida! Raí Ligando: Todos os outros Raís me acham estranho. Só você se aproximou de mim. Corisqueira: Você é... a minha pessoa... Você é... você. Raí Ligando: Sariou, você está falando igual a um velhinho agora! Haha!
Relatório de Pesquisa de Espécies de Gelosso (3 páginas)
Para pesquisar aqueles Gelossos orelhudos, decidi visitar a Serra do Canino. Apesar do que falam de mim, não acredito que terei azar pra sempre! - Minha tentativa de observá-los por trás foi um fracasso total. Dois Gelossos me atacaram e não desistiram até eu correr pro território dos Brasins. No entanto, isso me deu uma ideia. Talvez, além de estarem sempre em alerta, os Gelossos também tenham uma audição muito melhor do que outros aniimos. Vou tentar de novo. - 29 tentativas, todas bem-sucedidas. Tenho a sensação de que mais uma vai dar azar, mas não aguento parar antes de um número bem redondo! Vamos, Sayn, faça de novo! Beleza, perdi o último relatório de novo. Tudo bem porque desta vez tenho uma descoberta nova! Acho que minha sorte finalmente começou a virar! Se não fosse aquele pessoal que me perseguiu até um canto tão remoto, eu não teria trombado com essa “fofoca”. Não, calma aí. Assuntos da aniimologia não podem ser chamados de fofoca: é inteligência! - Parece que as famílias Gelosso e Brasim têm lutado entre si pelo controle da Serra do Canino. No entanto, nem tudo é hostilidade entre elas: alguns Gelossos e Brasins são amigos em segredo. Vale notar que Gelossos e Brasins já coexistiram em paz e tinham uma parceria simples... Os Gelossos criavam pilares de gelo, enquanto os Brasins os derretiam com fogo pra conseguir água fresca nas cavernas. E mais: os Brasins mais fortes descongelavam com fogo a superfície do rio subterrâneo, enquanto os Gelossos mais fortes absorviam o ar cortante e gelado da caverna pra evitar que os Brasins que iam buscar água sofressem queimaduras de frio. Essa parceria, no entanto, ficou no passado distante. Como eu já esperava, perdi outro relatório. Trombei sem querer com um Gelâmina enquanto ele desafiava um adversário poderoso, então tive que correr. Tudo bem porque desta vez tenho ainda mais descobertas! - Quase todos os Gelâminas querem ficar mais fortes, então vivem se desafiando e se machucam bastante. Os Gelâminas conseguem fortalecer a determinação com luta constante e, por fim, encontram uma oportunidade de evoluir para um Gelispada. Ajudei um Gelâmina a tratar o ferimento e ele me passou umas informações novas. Parece que, dentro da família Gelosso, o Gelispada mais poderoso ganha o nome Recas. Pra mim, parece mais um título do que um nome. - Essa expedição de pesquisa foi boa demais! Deu trabalho, mas enfim consegui me interconectar com um Gelosso jovem e aprendi a lenda de Recas com um ancião da família. Eu preciso anotar! ... Opa, o bloco acabou.
Promessa Centenária (4 páginas)
Gramal, que gostava de se esconder nos cantos para cantar, e Ron, a criança que sonhava com as estrelas e lugares distantes... duas almas solitárias que, ao se encontrarem, já não estavam mais sozinhas. Só que cem anos às vezes podem ser pouco e às vezes podem ser tempo demais. Dar adeus é nunca mais se encontrar. Gramal, que gostava de se esconder nos cantos para cantar, e Ron, a criança que sonhava com as estrelas e lugares distantes... duas almas solitárias que, ao se encontrarem, já não estavam mais sozinhas. Só que cem anos às vezes podem ser pouco e às vezes podem ser tempo demais. Dar adeus é nunca mais se encontrar. Gramal, que gostava de se esconder nos cantos para cantar, e Ron, a criança que sonhava com as estrelas e lugares distantes... duas almas solitárias que, ao se encontrarem, já não estavam mais sozinhas. Só que cem anos às vezes podem ser pouco e às vezes podem ser tempo demais. Dar adeus é nunca mais se encontrar. Gramal, que gostava de se esconder nos cantos para cantar, e Ron, a criança que sonhava com as estrelas e lugares distantes... duas almas solitárias que, ao se encontrarem, já não estavam mais sozinhas. Só que cem anos às vezes podem ser pouco e às vezes podem ser tempo demais. Dar adeus é nunca mais se encontrar.
Mural da caverna do Elmedon
Elmedon, Guerrônio e Infergon estão sentados em uma roda batendo papo. Perto dali, um Olhelmo e um Mordelino estão deitados no chão, dormindo, enquanto outro Mordelino crava os dentes no capacete de um Olhelmo... Também tem um cronista que usa uma escrita antiga. Talvez, muito tempo atrás, as famílias Olhelmo e Mordelino tenham compartilhado um laço amigável e harmonioso.
Mural do nascimento de Infergon
Há muito tempo, as montanhas das Terras Altas Carmesim ferviam e o chão tremia violentamente. Os clãs de aniimos que habitavam o lugar enfrentavam uma catástrofe. Então, um Elmelino disparou até o cume da montanha e, suportando a agonia intensa que tomou seu corpo, engoliu uma flor de chama que brilhava intensamente naquele inferno ardente. As montanhas voltaram à paz, mas o corpo do Elmelino se incinerou completamente. Desde então, ele passou a soprar chamas e transformou-se no lendário Infergon.
Anotações do Velho Trufeiro (4 páginas)
Página 1 A neblina está densa por aqui. O único jeito de seguir em frente é bater naquelas frutas cintilantes para ter um pouco de orientação. Ainda bem que tenho experiência, evitei o esconderijo do Gramacho. O bicho é enorme. E o mau humor... maior ainda. Não curte visitas. Da última vez que cheguei perto demais... quase fui embrulhado em cipós. Tô fora. Vou manter distância. Página 26 As trufas estão cada vez mais difíceis de achar. Será que tem mais alguém aqui tentando tomar meu território? Nada bom. Tenho que dar um jeito nisso. ... Estranho. O comprador está pagando mais, mas a oferta não parece ter melhorado. Será que os aniimos do Bosque Nebuloso ficaram mais famintos ou algo assim? ... Ótimo. Pisei num Ervazum e ele me lançou longe. Achei que isso já era ruim o bastante. Não era. Caí direto em cima de mais uns cinco ou seis. Passei os minutos seguintes sendo quicado de um lado pro outro feito boneco de pano. Tudo o que eu ouvia era aquele coro horrível, um atrás do outro - como se estivessem tirando sarro de mim. Sinceramente? Fazia tempo que eu não ficava tão irritado. Mas quando finalmente bati no chão... é, aquilo foi bom. A felicidade é mesmo relativa. Página 30 O comprador está pagando bem, então... testei minha sorte. ... Eu gosto de aventuras, mas prefiro continuar vivo. Onde diabos eu fui me enfiar? Tem alguma coisa errada com este lugar. Tudo aqui parece distorcido. ... Eu apaguei. Mas acordei com todos os membros no lugar, então... já é alguma coisa. O que era aquilo que eu vi? Uma espécie de fantasma berrando? ... Acho que tudo tem seu ponto fraco. Ver aqueles Hexxins se dobrando, com as mãos sobre as orelhas... não vou mentir, eu gostei. Bem feito por fingirem ser aquele fantasma berrante horrível só pra mexer comigo. ... Mas, falando sério, o Gramacho e seus parceiros Ervazuns? O canto deles é horrível. E ainda cantam em dueto. Sofrimento em dobro. ... Mesmo assim, parece que estão se divertindo pra valer. Por mim, tudo bem. Vou só ficar longe do caminho deles. Página 39 Desta vez, não teve muita trufa - mas o comprador não reclamou. Disse que vai embora de Bosque Nebuloso em breve. Vai mais pra longe. Antes de ir, ele me ofereceu uma música. Um agradecimento. Pelo visto, ele não é só comprador de trufas. Nem só perfumista. Ele também é cantor. ... Não cheguei até o fim da música. Sem arrependimentos. Agora eu entendo - por que ele e os Aniimos Ervazum do Gramacho usam aquelas Guirlandas de Brilhafruta. Mesmo sem interconectar, eu reconheceria essa voz em qualquer lugar. ... Um dia, vou deixar este lugar. Disso eu tenho certeza. Mas, talvez... alguém depois de mim encontre o caminho de volta pra cá. - <完> -
Memórias do Perfumista (3 páginas)
<Twenty> Passei meu vigésimo aniversário com Gramal. Era um raro dia de sol no Bosque Nebuloso, e a gente se encontrou no nosso velho lugar. Gramal sempre gostou de se enterrar lá, e ninguém além de mim conseguia chamá-lo para fora. Nós tínhamos combinado há muito tempo que comemoraríamos juntos hoje. Todo mundo no Bosque Nebuloso, sintam o poder do nosso “Dueto Mágico Sonoro”! ... Os Ervassons que tinham se reunido para uma festa de música taparam os ouvidos e saíram correndo. Nosso som mágico é muito mais poderoso que o deles, sem dúvida! ... Até os Leleovos, que adoram uma boa bagunça, fugiram. ... Olhando em volta, não sobrou um único Ervazum. ... Como esperado, fizemos todo mundo no Bosque Nebuloso ouvir nosso canto! Embora ninguém pudesse perceber que estávamos cantando a “Música de Aniversário”. ... Eu nunca gostei de cantar a música de aniversário, nem de comemorar aniversários. Porque desafino desde pequeno, e todo mundo sempre ria de mim. Mas cantando junto com Gramal, mesmo que todo o Bosque Nebuloso não aguente, eu fico feliz. Comecei a esperar ansiosamente pelo meu próximo aniversário. O próximo aniversário, e o seguinte, e o seguinte... quero passar todos eles com Gramal! Trinta Depois do meu aniversário, Gramal e eu deitamos na grama. Eu estava feliz, não só porque Gramal tinha compartilhado as trufas preferidas dele, mas porque eu tinha uma boa notícia. Ouvi dizer, através de uma caravana, de um perfumista lendário que faz perfumes de som. Meu sonho de criar um "Perfume Voz Maviosa" talvez finalmente se realize. Contei pro Gramal. Gramal também ficou feliz. Mas quando Gramal soube que eu teria que partir por um tempo, pareceu chateado. ... Gramal se enterrou e não quis mais sair. Não falei mais nada. Só fiquei do lado dele, cantando minhas músicas desafinadas. ... Dormimos sob as estrelas. Antes mesmo de eu partir, já estávamos sonhando com o nosso reencontro. <Age Fifty> Voltei pro Bosque Nebuloso, mas o nosso "velho lugar" tinha sumido. Gramal também tinha ido embora. … Tudo tinha perdido a cor. Até os Ervazuns, antes barulhentos e desafinados, pareciam ter desaparecido. … Fiquei parado na entrada das ruínas do labirinto, quase desejando que um bando de Ervassons me deixasse tonto com o canto horrível deles. Mas só restavam silêncio e desolação. … Vinte anos atrás, eu mal podia esperar pra me despedir dos meus amigos e partir para terras distantes. Eu queria fugir da vergonha da minha cantoria terrível. Sonhava em ter uma voz bonita só minha. E agora, olhando para este frasco de "Perfume Voz Maviosa", sinto mais saudade do que nunca daqueles dias cercado de cantoria horrível. … Eu me deito aqui, sem vontade de ir embora. Tudo de que me lembro se foi. Só este lugar, que já não é bem o nosso velho lugar, continua aqui, me esperando… Não. O Gramal também continua por aí. Ele deve estar me esperando em algum lugar.
A Princesa Florecanta e os Sete Brotescudeiros (5 páginas)
Capítulo 1: Princesa Não faz muito tempo, o escritor e amante da natureza Armand saiu de Vilaflor e se embrenhou no Bosque Ursombra. Lá, ele descobriu a gentil, porém poderosa Princesa Florecanta e seus seis Brotescudeiros. Dá para imaginar a surpresa dele porque aquela área da floresta era conhecida como o lar da família Ursonho, de gênio difícil, que não se dava bem com os outros e vivia expulsando vizinhos das próprias terras. Observando melhor, Armand notou uma muda de flor crescendo no território onde a princesa Florecanta e seus Brotescudeiros viviam. Ela exalava uma fragrância suave que lembrava neve, com um rastro de alegria no ar. Armand reparou que a família Ursonho parecia relutante em se aproximar da muda. “Que sorte”, pensou Armand: “a natureza favorece o que é belo”. ... Mais tarde, Armand percebeu que ele também tinha sido abençoado pelo destino. Porque os Brotescudeiros eram a única família com quem ele conseguia se interconectar. Depois de se interconectar com eles, ele virou o sétimo Brotescudeiro, devotado à princesa Florecanta. ... A partir daquele dia, a história da “Princesa Florecanta e os Sete Brotescudeiros” começou a se espalhar pelo Bosque Ursombra. E Armand viveu uma fase idílica morando na floresta. Capítulo 2: Torre Rosabranca Pouco depois, Armand voltou a Vilaflor para contar sua descoberta no Bosque Ursombra. Todos que ouviram sua história ficaram entusiasmados com a muda milagrosa. Especialmente os perfumistas, que queriam montar nos longos ventos de Éolo direto até o Bosque Ursombra para ver a muda milagrosa com os próprios olhos. ... Os perfumistas, perfumados e cantando, chegaram ao Bosque Ursombra animados. Construíram uma oficina de perfumes em forma de torre perto da muda milagrosa e a fragrância se espalhou pelo alto da torre. Com os cuidados e o zelo dos perfumistas, a muda milagrosa cresceu incrivelmente bem. Incrivelmente, o contato com as trepadeiras da muda milagrosa permitiu que um Brotescudeiro aprendesse o poder de [Espinho]. O Espilâmina jurou lealdade à Princesa Florecanta. Um sentimento belo e uma ligação pura se formaram. ... Em pouco tempo, a Princesa Florecanta tinha sete poderosos Espilâminas ao seu serviço. Sim, não seis, mas sete Espilâminas. Esses poderosos aniimos conseguiam até enfrentar o temível Ferurso. Desde então se tornaram famosos na Família Brotescudeiro como os Sete Espinhos Letais. Capítulo 3: A Festa do Chá Talvez por influência da cultura do chá de Vilaflor, a princesa Florecanta acabou pegando gosto por chá floral. Na verdade, conforme cada vez mais Brotescudeiros se juntavam a ela, a princesa Florecanta até começou a organizar chás. O escritor Armand, com talento pra contar histórias, virou convidado fixo nessas festas. Ele também virou uma ponte entre a família Brotescudeiro e os moradores de Vilaflor. ... Os perfumistas de Vilaflor ainda estavam se matando de trabalhar pra cultivar as mudas milagrosas. Mesmo sem sucesso até então, eles conseguiram desenvolver uma nova espécie de flor: a Rosa do Ursonho. Os perfumistas encarregaram Armand de entregar algumas sementes de Rosa do Ursonho pra Princesa Florecanta. ... Quando os Sete Espinhos Letais dispararam pelo Bosque Ursombra, as sementes da Rosa do Ursonho foram se espalhando pela floresta inteira. O inverno passou, a primavera chegou e grandes manchas de flores brancas cobriram o chão da floresta. Elas ajudavam os Ursonhos a cair no sono. Aos poucos, o antes perigoso Bosque Ursombra se tornou seguro para os Brotescudeiros à medida que as flores brancas cobriam a mata. Capítulo 4: Dança da Floração Feliz Era um dia comum de primavera quando os perfumistas da Escola Florifragrante conduziram as trepadeiras da muda milagrosa em espiral pela torre branca. Vilaflor apoiava a família Brotescudeiro e os Brotescudeiros protegiam o povo de Vilaflor. Vendo tudo isso, Armand percebeu que tinha encontrado o verdadeiro significado da felicidade. ... Esses eventos alegres despertaram o poder adormecido há muito tempo da princesa Florecanta. Em meio às pétalas flutuando e à fragrância no ar, ela dançou uma dança poderosa, mas suave. A dança envolveu a todos que assistiam numa sensação de felicidade e todo mundo desejou ficar junto pra sempre. ... Foi durante essa dança que a muda milagrosa enfim floresceu. Será que a Rosa-brancaneve é a flor mais bonita e potente deste mundo? Todos aplaudiram e, a partir daquele dia, o Bosque Ursombra ganhou um novo nome: Bosque Torre Branca. Só que a Rosa-brancaneve murchou bem no auge da sua beleza. Capítulo 5: Flores e Espinhos A terra tremeu e as flores murcharam. Com a perda da Rosa-brancaneve e das Rosas do Ursonho, a floresta mergulhou no caos e na violência. Todos os Ursonhos e Ferursos despertaram. Eles rugiram e saíram destruindo tudo pela floresta. A paz acabou. ... Os moradores de Vilaflor fugiram do Bosque Torre Branca. Eles levaram junto alguns Brotescudeiros refugiados. Pra garantir a sobrevivência dos Brotescudeiros no mundo, a princesa Florecanta confiou os cuidados deles a Vilaflor. ... Armand não recuou com o povo de Vilaflor. Ele era o Primeiro Espinho Letal dos Sete Espinhos Letais! Como poderia abandonar a Princesa Florecanta? Mas ele só pôde assistir, impotente, enquanto os companheiros caíam um a um no ataque. Ele odiava se sentir tão fraco. Foi então que a princesa Florecanta disse: “Armand, descanse agora. Você foi bem.” Ele viu a Princesa Florecanta executar aquela conhecida Dança da Floração Feliz. A dança deu aos Brotescudeiros força suficiente pra recuar até o Labirinto de Espinhos. Depois de confiar a filha, a pequena princesa, a Armand, a princesa Florecanta enfim tombou. - A Rosa-brancaneve que tinha florescido no coração de Armand murchou.
Notas de pesquisa sobre a linguagem da corrente elétrica do Bulbim
Legal! Acho que existem padrões no jeito que as correntes elétricas dos Bulbins piscam. Talvez eles se comuniquem entre si por correntes elétricas! Existem dois tipos de sinais de corrente elétrica. Vou escrever os mais longos como "━" e os mais curtos como ".": ①━ Eu ②. Você ③━ ━ . Falar ④━. Conhecimento ⑤━.. Ouvir ⑥.━ Hidratar ... Será que os Bulbins pensam por meio de correntes elétricas? Ou as correntes elétricas mostram o que eles pensam? Não é à toa que alguns estudantes diziam que ainda era difícil se comunicar com os Bulbins mesmo depois de se interconectar. Isso é incrível! Vou olhar mais de perto... Tomara que eles não me percebam.
Pesquisa sobre Flores-agridoces
Um vendaval me jogou pra fora da montanha nevada e caí bem em cima de uma tufobola saltitante. Não é à toa que me chamam de “Sayn, o pesquisador de aniimo sortudo”. - Este deve ser o Prado do Sopé. Já estive aqui antes. Mas as coisas estão diferentes. Principalmente aquela flor. Ela era mais azul. Agora ficou dourada. Tem muito mais Fentufos do que antes, quase cercam a flor. Será que foi por isso que ela mudou? Preciso olhar mais de perto. - Snif... encostei sem querer na bruma melancólica. Tô me sentindo triste como nunca. Mas fiz uma nova descoberta. Decidi dar um nome praquela flor. Hmm... vamos chamá-la de flor-agridoce. Faz todo sentido, porque...
Mensagem de Sayn
Clóvis, meu querido companheiro de livros, como também sou pesquisador de Aniimos, sinto-me na obrigação de lembrar-lhe que cuidar de um Florigarra não é nada fácil... Na verdade, não é fácil cuidar de nenhum Aniimo. Antes de tudo, tem algo que você precisa saber sobre os Florigarras. 1. Flores-coração As flores-coração, que são os brotinhos no topo da cabeça de cada Florigarra, são entidades parasitas presentes desde o nascimento. Elas fornecem nutrientes ao hospedeiro por meio da fotossíntese. Por isso, os Florigarras são diurnos e adoram pegar sol, isso os mantêm saudáveis. 2. Parceiros para a vida toda Florigarras são Aniimos extremamente fiéis, eles têm só um parceiro para a vida inteira. As flores-coração na cabeça (aqueles brotinhos) refletem o quanto são próximos do par. Isso quer dizer que, se você algum dia encontrar uma flor na cabeça do seu amigão Florigarra, parabéns! Logo você terá um casal de Florigarras e, provavelmente, muitos filhotinhos de Florigarra no futuro. Além disso, se um Florigarra tem uma flor na cabeça, possíveis parceiros instintivamente manterão distância. Em segundo lugar, você precisa interagir com seu amigão Florigarra do jeito certo. - Nunca o maltrate (o que acredito que você jamais faria). - Esteja sempre presente e console-o quando bater a tristeza (geralmente não é tão difícil animá-los). - Se um Florigarra se enterra bem fundo no solo, é um sinal grave: pode ser depressão e, nesse caso, será preciso intervir imediatamente. Estou saindo de Vilaflor rumo ao Lamaçal do Mar de Flores. Fiquei sabendo que há Bulbins mágicos por lá. Gostei muito do tempo que passei no seu Lar e guardarei com carinho as histórias de heróis que compartilhamos. Escolhi sair à noite só para aliviar o peso da despedida. Enfim, certamente nos reencontraremos. Sayn, pesquisador de Aniimos, um amigo com quem você passou três dias
Descobertas estranhas sobre o Trombico
Ué? Então é verdade que tem um Trombico aqui que aparece em dias ensolarados! Se eu não ficasse de olho no MiMo com tanta frequência, talvez nem tivesse percebido. Muitos pesquisadores de aniimo sabem que os Trombicos são chamados de “Cantores da Chuva” porque normalmente só aparecem à beira-mar em dias chuvosos. Mas este aqui é especial. Está no sol. Deve ter uma história interessante nisso! Preciso investigar. - Eu sabia que Trombicos adoram fofoca, mas este aqui está em outro nível. Será que é contra a natureza dele ficar e cantar em dias de sol só pra ver o drama romântico dos Nimbis? Ah, e não é só assistir: ele canta sobre isso, e bem alto. Esse Trombico canta com tanta elegância, mas tem um tom de... deboche? - Ih, deu ruim: meu Ervazum acabou de começar a cantar junto! Fomos pegos! Aquele Trombico está voando para cá...
Rastros do Vale Berilino
Há muito tempo, os bolisouros vasculhavam a terra em busca de bolas de pedra de qualidade para trazer de volta ao Vale Berilino. Um bolisouro encontrou uma pedra perfeita, mas não conseguiu empurrá-la para além da montanha e trazê-la de volta. Toda vez que se aproximava do pico, a bola rolava de volta, arrastando o bolisouro junto. Com o tempo, isso criou um caminho estranho e reto subindo a montanha. Um dia, a terra tremeu, a montanha desmoronou e uma parede de pedra marcada com as palavras "caminho da montanha" caiu sobre o Vale Berilino, sendo a única prova desse acontecimento. Mais tarde, outros bolisouros viram esse "caminho da montanha" e o usaram como uma pista de corrida natural. Anos depois, a rocha se tornou de um ciano puro, nutrindo em seu interior uma flor-pétrea, símbolo de vida florescendo no lugar errado.
Tesouros do Mar e sua Localização (9 páginas)
Página 1 Primeiro dia no mar e eu tô animadíssimo! Tesouros lendários, aí vou eu! - Depois de cinco dias de insistência, finalmente venci a resistência de um velho marinheiro e descobri algumas informações sobre os tesouros. Há muito tempo, a terra se despedaçou e muitos tesouros afundaram no mar. Foi isso que deu origem a nós, os Exploradores dos Mares (que, na verdade, somos caçadores de tesouros marinhos)! Sempre fui um homem sortudo e tenho certeza de que farei fortuna novamente desta vez! Página 2 Resgatamos toneladas de lixo. Que dia produtivo contribuindo com a proteção marinha :) Mas Hayes não desiste tão facilmente! - Achamos uma ilha desabitada e enterramos o lixo. O navio estava realmente abarrotado. Página 9 Esta é a terceira expedição no mar do grande desbravante navegador, Hayes! - Deixei o velho marinheiro bêbado, como sempre, e descobri uma informação estranha. O Lamaçal do Mar de Flores já foi um porto com uma rota de navegação até Ápiro. Mas a rota sumiu por algum motivo e o porto foi abandonado. Aí veio outro terremoto, o porto afundou no mar e o lugar virou um... lamaçal. Ouvi dizer que os desbravantes de Ápiro desembarcavam no Mar de Flores para descarregar e reabastecer. Não tive a chance de ver isso. - Entramos numa tempestade, mas conseguimos sair! Como eu disse: sorte! Página 13 A frota acabou numa neblina fora do normal. A âncora também quebrou. E, claro, agora já é noite. Provavelmente estamos perdidos. Será que minha sorte acabou? - Vou ter que jogar alguns livros no mar. Desculpe colocar ainda mais lixo no oceano... Não posso deixar que encontrem esses livros ao lado do meu corpo. Página 14 Farol! Um farol! - Finalmente chegamos à costa! A Dona Sorte não desistiu de mim! Tenho que dar um abraço gigante nesse farol! (Joguei aqueles livros fora à toa... meus tesouros fora de catálogo!) Página 15 Então o "farol milagroso" era um Bulbim! Era ainda mais mágico do que um farol de verdade! Um Bulbim que gosta de ficar sentado à beira-mar, em transe! Poderoso Éolo, juro que ele será o único farol em meu coração. Página 23 Mais uma viagem bem-sucedida. Voltei ao Manguezal Mar de Flores e abracei meu Farol Mágico. Meu farol ficou animado. Mas fiquei um pouco dormente por causa disso. - Ele sabe mesmo como se despedir! Aquelas correntes elétricas cintilantes foram incríveis! Até a próxima! Espere por mim! (Acho que não precisava ter dito isso em voz alta, né?) Página 33 Lá estava eu de novo. Impressionante! Eu sempre reconheço meu farol mágico num instante. Eu nunca confundiria meu farol com mais nada. - Eu o chamei de “Farol, meu farol mágico” e abracei-o de novo. Deu pra ver pelo brilho do bulbo que ele gostou demais do apelido. Acabei anestesiado de novo. Página 99 Registrando a última viagem de Hayes, o desbravante navegador. ... Muito provavelmente esta será minha última viagem. Sinto que o navio está afundando depressa. Desta vez, nada de jogar livros no mar, já estou velho demais pra isso. :) O único arrependimento que tenho é que nunca aprendi a gerar eletricidade, então meu farol nunca entendeu uma palavra do que eu disse. Depois de tantos anos, você só fica aí, olhando pro mar. Você só ama demais o mar ou está esperando a minha volta? Acho que nunca saberei a resposta... mas sinto que já a tenho mesmo assim. Desculpe, meu farol mágico, mas o lugar aonde vou desta vez é longe demais. Espero que você encontre seu lugar pra ir. Não me espere tempo demais.
Notas de pesquisa sobre rosa-brancaneve (6 páginas)
Dia de pesquisa 1 Anotações de: perfumista Ampah - Escola das Flores Humor: empolgada Atividades: observação inicial, coleta de fragrâncias. Resultados: a muda milagrosa emite uma fragrância forte e constante que lembra neve. Também tem um leve toque adocicado no aroma. Nota: há espinhos afiados cobrindo as vinhas da flor, prossiga com cuidado. - Dia de pesquisa 21 Anotações de: perfumista Kelan - Escola das Misturas Humor: calmo Atividades: misturar o aroma da muda milagrosa com outras fragrâncias. Resultados: a fragrância é ativa e se dispersa com facilidade. São necessários mais estabilizadores. Anotações: Armand roubou meu chá de ervas e perdi duas horas de tempo de pesquisa hoje. Dia de Pesquisa 43 Anotações de: perfumista Ampah · Escola Florifragrante Humor: deprimida Atividades: ajustar temperatura, condições do solo etc. para ajudar a muda milagrosa a crescer. Resultados: notamos algumas mudanças, mas, depois de crescer até o dobro do tamanho original, o crescimento parou. Nota: acabaram minhas ideias e preciso descansar. ---- Dia de Pesquisa 50 Anotações de: perfumista Ampah · Escola Florifragrante Humor: satisfeita Atividades: descobrimos que contar histórias pra muda milagrosa estimula o crescimento. Resultados: a muda milagrosa parece crescer mais depressa quando escuta histórias felizes. Anotações: um casal de Vilazúli chegou inesperadamente e se interessou pelas nossas técnicas de perfume. Eles decidiram ficar. Tenho muita esperança em Joss, em especial, mas ele parece mais interessado na Escola de Fragrâncias Misturadas. Vou ver se consigo convencer Marissa. Pesquisa Dia 99 Registrado por: Perfumista Ampah · Escola Florifragrante Humor: neutro Atividades: testando deixar a muda milagrosa crescer livremente. Resultados: a muda milagrosa, cercada por uma atmosfera agradável, está crescendo de forma estável. Observação: quando um Brotescudeiro foi perfurado por um espinho crescendo nas trepadeiras da muda milagrosa, parece ter compreendido algo novo, e evoluiu para um Espilâmina. ---- Pesquisa Dia 106 Registrado por: Perfumista Kelan · Escola de Fragrâncias Mescladas Humor: neutro Atividades: misturando a fragrância da muda milagrosa com mais tipos de fragrância. Resultados: da próxima vez, preciso garantir que medidas de prevenção contra veneno estejam em vigor. Observação: uma menina nasceu para Marissa e Joss. Marissa a chamou de Lisa. O Folhovina de Joss parece ter tomado um grande carinho pela pequena; ele costuma viajar desde os laguinhos de Vilaflor só para ficar perto dela. Dia de Pesquisa 117 Anotações de: Perfumista Ampah · Escola Florifragrante Humor: extremamente satisfeita Atividades: cultivar sementes a partir das mudas milagrosas Resultados: falha ao cultivar sementes Nota: embora minha tentativa de cultivar sementes tenha falhado, consegui criar a Rosa do Ursonho. Talvez os Brotescudeiros não precisem mais temer o assédio da família Ursonho. ---- Dia de Pesquisa 180 Anotações de: perfumista Cecilia · Escola de Fragrâncias Adocicadas Humor: esperançosa Atividades: nenhuma Resultados: nenhum Anotações: os campos de Rosas do Ursonho cobrindo a floresta atraíram muitos Orvais. Tenho certeza de que vou ser útil em breve! Dia de Pesquisa 566 Anotações de: perfumista Joss · Escola Florifragrante Humor: feliz Atividades: ajudar no cultivo de Rosas-brancaneve Resultados: as técnicas comuns falharam, mas a dança da Florecanta fez a Rosa-brancaneve florescer. Nota: a muda milagrosa tem um novo nome: Rosa-brancaneve. ---- Dia de Pesquisa 910 Anotações de: perfumista Marissa · Escola Florifragrante Humor: complicado Atividades: desenvolver um perfume lendário a partir dos subprodutos da Rosa-brancaneve. Resultados: depois de incontáveis tentativas e falhas, desenvolvemos uma receita com alta chance de dar certo. Anotações: Joss e eu estamos começando a sentir saudade do Lar. Depois que terminarmos este perfume, quero voltar pra Vilazúli. Aconteceu uma tragédia. A Rosa-brancaneve murchou. Joss e eu não conseguimos desenvolver o perfume lendário. Talvez nunca mais voltemos a Vilazúli. Já até demos um nome para o perfume que nunca conseguimos criar. Ele se chama “Lar”.
Os termos do próprio mundo, como o Arquivo os define.
Idília Antiga (3 páginas)
A outrora gloriosa Civilização Idiliana Antiga agora jaz em ruínas. Aventure-se nas profundezas das ruínas do Santuário espalhadas por toda a região para desvendar os segredos de Méquina. Quais fábulas esquecidas se escondem por trás dessa história perdida? Uma tecnologia maravilhosa inventada pelos idilianos ancestrais sob a orientação dos Éons Primevos. Em seu núcleo, há dispositivos mágicos capazes de canalizar energia arterial. Dizem que o objetivo original dessa tecnologia era reparar artérias danificadas. As ruínas de Santuários espalhadas por Idília foram construídas pelos idilianos ancestrais para reparar Artérias danificadas. Desça às profundezas de um Santuário e ative a Méquina, há muito adormecida, para restaurar o fluxo de energia arterial.
Aniimo
"Aniimo" é o nome coletivo das criaturas maravilhosas que vivem por toda Idília. Apresentam uma grande variedade de formas e hábitos, com grupos de características diversas. Os Aniimos não apenas dominam a Energia Elemental, mas também podem evoluir para mudar sua aparência e aprimorar suas aptidões.
Aniicápsula
A aniicápsula, desenvolvida pelo Instituto Poláris, é um dispositivo capaz de capturar, equipar e treinar aniimos. O interior usa tecnologia de dobra espacial para oferecer um espaço de descanso confortável para eles.
Astra (3 páginas)
O antecessor de Astra era um abrigo apocalíptico que transportava as sementes da civilização terrestre. Após uma longa jornada, ele descobriu Idília. Os humanos transformaram a cidade de Astra, que flutuava acima de Idília, em uma metrópole vibrante e começaram a explorar o continente. Com a descoberta da energia dos cristais e das ruínas da Civilização Antiga em Idília, os pesquisadores desenvolveram a Tecnolúmina, que funciona com cristais. Essa nova tecnologia de energia, eficiente e limpa, resolveu completamente os problemas de energia de Astra. Os aniimos ajudam os astraeanos a explorar Idília, e os jovens sonham em ter seus próprios companheiros aniimos. Muitos aniimos se mudaram para Astra junto com seus guardiões humanos. Nos novos distritos, é possível ver instalações e produtos voltados para os aniimos por toda a parte.
Inflorescência
Inflorescências se formam nos nós de interseção da rede de Artérias. Por meio das Inflorescências, é possível se teletransportar rapidamente entre os nós das Artérias. Muitos povoados idilianos são construídos ao redor das Inflorescências.
Ramo (2 páginas)
Onde as Artérias convergem, surgem Ramos. Os idilianos acreditam que os Éons trazem vitalidade à terra por meio das Artérias, e por isso tratam os Ramos com reverência. Ao tocar um Ramo com sinceridade, é possível ouvir o batimento do coração da terra e sentir a bênção dos Éons. Tocar um Ramo e receber a aceitação e a proteção das Artérias ajuda os Desbravantes a atravessarem Idília. Quando a Energia arterial está forte, além de revigorar o corpo, os aniimos que vivem por perto também se reúnem e ficam ativos, acionando um Surto Selvagem.
Evolução
A evolução é uma transformação importante na jornada de crescimento de um aniimo. Ela não só aprimora suas aptidões, como também muda sua aparência. Alguns aniimos, influenciados por diferentes fatores durante o crescimento, podem até se ramificar em indivíduos diferentes.
Forma
A mesma espécie de aniimo pode evoluir para formas diferentes em regiões, climas, horários do dia ou outros ambientes especiais para sobreviver. Também existe uma forma rara que só aparece em um ambiente de prismana.
Idília (3 páginas)
Após se despedir da Terra, seu antigo lar perdido, a humanidade descobriu um mundo novinho: o belo e vibrante continente de Idília. As paisagens são de tirar o fôlego, a vida é diversa, e criaturas maravilhosas chamadas aniimo podem ser encontradas em cada canto. A lenda diz que nove Éons criaram Idília juntos, cada um guardando um domínio diferente. Sob sua orientação, idilianos e aniimos vivem em harmonia. Ao contrário da agitação moderna de Astra, esta região mantém sua natureza intocada. Os idilianos de coração simples vivem pacificamente aqui, adaptando-se à terra, construindo povoados e desenvolvendo suas indústrias com a ajuda de aniimos.
Âmbar lúmino
Há muito tempo, Idília passou por uma vibração violenta, e a energia arterial se espalhou. Com o passar das eras, essa energia à deriva se condensou no radiante âmbar lúmino e se espalhou pela terra. Devolver âmbar lúmino a um Ramo ajuda a nutrir as Artérias.
Oniluva
Um dispositivo de Tecnolúmina fornecido pelo Instituto Poláris a seus membros. Este dispositivo inteligente de informações integra vários aplicativos. Ele também conta com aprimoramento de interconexão, conjuração de habilidades, transmissão de energia e muito mais.
Posto Avançado
O posto avançado preparado pelo Instituto Poláris para a expedição oferece serviços a desbravantes que exploram Idília como avaliação de nível, relatórios do console de pesquisa, descanso e cura, reposição de recursos e teletransporte prático.
Desbravante
Desde a era da Idília Antiga, os poucos que conseguiam fazer interconexão com aniimos foram chamados de desbravantes. O Instituto Poláris aumenta a estabilidade da interconexão com treinamento e dispositivos tecnológicos, embora as razões por trás da interconexão ainda precisem ser estudadas.
Instituto Poláris (4 páginas)
Uma instituição de ensino e pesquisa fundada pelo renomado acadêmico e explorador Oswen, dedicada à pesquisa sobre os aniimos e às expedições à Idília. Os alunos e os aniimos estudam e treinam juntos sob a orientação do Instituto, vivendo e crescendo lado a lado. A Aniimologia se dedica a documentar os ecossistemas dos aniimos, analisar os perfis biológicos deles, construir o Registro Anii, compartilhar o conhecimento sobre os aniimos com o público e desenvolver instalações para os aniimos, a fim de ajudar a criar um ambiente onde humanos e aniimos possam coexistir em harmonia. O Departamento de Desbravamento conduz pesquisas científicas e expedições de campo. Seus membros se aventuram por paisagens naturais inexploradas, investigam ruínas antigas misteriosas, desvendam os segredos de Idília e levam a expedição sempre adiante, rumo às próximas coordenadas. O Departamento de Arte da Batalha foi criado pra fortalecer o treinamento físico e oferecer preparo para crises na natureza. Usando tecnologia de holossimulação, ele foca em melhorar a coordenação de combate entre humanos e aniimos, além de desenvolver habilidades de batalha excepcionais.
Fluxo de Prismana
Quando uma quantidade suficiente de âmbar lúmino se funde a um Ramo, as Artérias pulsantes voltam a despejar vitalidade abundante na terra. A energia transbordante sobe aos céus e forma o brilhante fluxo de prismana, revelando a rara forma prismana dos aniimos.
Interconexão
Existe uma ligação misteriosa entre humanos e aniimos, permitindo que corações se conectem e sentidos sejam compartilhados. Os desbravantes podem observar e perceber o mundo pela perspectiva de seu aniimo.
Artéria
Sob Idília, existe uma intrincada rede de Artérias, como se fosse o próprio pulso do mundo natural. As Artérias enviam incessantemente para a superfície a energia necessária para que toda a vida cresça. Locais ricos em energia arterial estão sempre repletos de vida.
Costa Zéfira (2 páginas)
O domínio governado pelo Éon Éolo, onde as brisas do mar carregam a fragrância de Luscossurro, as ondas do oceano tocam a melodia do canto das marés, e gemas deslumbrantes nascem da dança das chamas da terra. É uma terra fértil de campos verdes, ilhas marítimas e solo aquecido. As planícies verdes, tão queridas pelo vento, onde areias prateadas unem mares azuis e colinas verdes. Nuvens baixas e vagarosas percorrem os prados suaves e, ao pé das colinas cobertas de neve, um mar de flores pinta a terra com cores românticas. Uma pequena vila de perfumaria repousa aninhada ali.
Povoado da Costa Zéfira
Conhecida como “o lugar onde as flores desabrocham em abundância”, essa vila é famosa por suas flores e perfumes. Uma vez a cada década, realiza-se aqui uma grande celebração chamada “Festival das Flores”, durante a qual os moradores apresentam seus perfumes artesanais e aguardam a bênção dos Guardiões.
6 de 17 têm uma descrição escrita do que mostram.
| Artwork | Mural | O que mostra |
|---|---|---|
![]() | Conversas noturnas na caverna de Elmedon | Elmedon, Guerrônio e Infergon estão sentados em uma roda batendo papo. Perto dali, um Olhelmo e um Mordelino estão deitados no chão, dormindo, enquanto outro Mordelino crava os dentes no capacete de um Olhelmo... Também tem um cronista que usa uma escrita antiga. Talvez, muito tempo atrás, as famílias Olhelmo e Mordelino tenham compartilhado um laço amigável e harmonioso. |
![]() | O nascimento de Infergon | Há muito tempo, as montanhas das Terras Altas Carmesim ferviam e o chão tremia violentamente. Os clãs de aniimos que habitavam o lugar enfrentavam uma catástrofe. Então, um Elmelino disparou até o cume da montanha e, suportando a agonia intensa que tomou seu corpo, engoliu uma flor de chama que brilhava intensamente naquele inferno ardente. As montanhas voltaram à paz, mas o corpo do Elmelino se incinerou completamente. Desde então, ele passou a soprar chamas e transformou-se no lendário Infergon. |
![]() | Névoa e Estreluz | Gramal, que gostava de se esconder nos cantos para cantar, e Ron, a criança que sonhava com as estrelas e lugares distantes... duas almas solitárias que, ao se encontrarem, já não estavam mais sozinhas. Só que cem anos às vezes podem ser pouco e às vezes podem ser tempo demais. Dar adeus é nunca mais se encontrar. |
![]() | Dueto Mágico Sonoro | Gramal, que gostava de se esconder nos cantos para cantar, e Ron, a criança que sonhava com as estrelas e lugares distantes... duas almas solitárias que, ao se encontrarem, já não estavam mais sozinhas. Só que cem anos às vezes podem ser pouco e às vezes podem ser tempo demais. Dar adeus é nunca mais se encontrar. |
![]() | Sonho de uma Vida | Gramal, que gostava de se esconder nos cantos para cantar, e Ron, a criança que sonhava com as estrelas e lugares distantes... duas almas solitárias que, ao se encontrarem, já não estavam mais sozinhas. Só que cem anos às vezes podem ser pouco e às vezes podem ser tempo demais. Dar adeus é nunca mais se encontrar. |
![]() | Adeus, Meu Companheiro | Gramal, que gostava de se esconder nos cantos para cantar, e Ron, a criança que sonhava com as estrelas e lugares distantes... duas almas solitárias que, ao se encontrarem, já não estavam mais sozinhas. Só que cem anos às vezes podem ser pouco e às vezes podem ser tempo demais. Dar adeus é nunca mais se encontrar. |
![]() | A Entrada da Jêni I | |
![]() | A Entrada da Jêni II | |
![]() | A Entrada da Jêni III | |
![]() | A Entrada da Jêni IV | |
![]() | A Entrada da Jêni V | |
![]() | A Entrada da Jêni VI | |
![]() | O Carro de Corrida do Jôni I | |
![]() | O Carro de Corrida do Jôni II | |
![]() | O Carro de Corrida do Jôni III | |
![]() | O Carro de Corrida do Jôni IV | |
![]() | O Carro de Corrida do Jôni V | |
![]() | A Terra Desbotada | Reza a lenda que, há cem anos, as Artérias se estilhaçaram, e a terra perdeu sua cor, deixando tudo cinza e branco. Crianças nascidas nesta terra árida eram acometidas pela Descoloração. Fracas desde o nascimento, elas também perdiam a percepção das cores - cegueira, albinismo e até... Pessoas e aniimos choravam e lamentavam, mas não havia nada que pudessem fazer... |
![]() | A Aparição do Prismático | Assim, nas terras murchas, a incrível Irisális chamada Irélia surgiu. |
![]() | Presente de Irélia | Com suas cores e fragrância, Irélia nutre a terra árida e desolada, atraindo a deslumbrante prismana e trazendo vida de volta à terra... |
![]() | Reviver da Terra | Acima, a Prismana brilha pelo céu; abaixo, as flores desabrocham em abundância... O desastre passou, e Vilaflor voltou à sua antiga prosperidade. |
![]() | O Novo Festival das Flores | Em homenagem a Irélia, o povo de Vilaflor mudou o antigo Festival das Flores para que fosse celebrado sempre que ela aparecesse, oferecendo incensos artesanais a ela para dar as boas-vindas ao florescer das flores e à chegada da prismana. Uma vez a cada dez anos - há um século. |
![]() | A Jornada de Flores e Borboletas | O Borbossono e a Irisális viajaram pelo Mundo, mas nunca conseguiram avistar o lendário fluxo de prismana. Foi então que chegaram notícias de casa... |
![]() | A Terra Natal sem cores | A Artéria se estilhaçou, toda vida murcha, e a Energia se esvai... A terra outrora exuberante e bela perdeu sua cor, esmaecendo num tom cinza-esbranquiçado sem vida... |
![]() | Escolha de Irisális | A Borbossono planejava partir com seu bando, mas a Irisális decidiu verter na própria terra as preciosas cores que havia coletado ao longo do caminho. Graças aos seus esforços, a terra murcha finalmente começou a dar sinais de vida novamente... No entanto, o dano à Artéria jamais poderia ser reparado pela cor de um único aniimo, mesmo que esse aniimo fosse a rara Irisális. Mesmo depois de infundi-la com cor, a recuperação só podia ser temporária. A energia ainda vazaria lentamente pelas fraturas... |
![]() | O despertar que ocorre uma vez por década | Assim, a Irisális optou por adormecer dentro da Artéria, usando as próprias raízes para reparar lentamente os danos. A cada dez anos, quando a energia da Artéria chega ao seu ponto mais baixo e a cor novamente está prestes a se esgotar, ela desperta. Quando esse momento chega, ela oferece cor à terra mais uma vez, repondo a energia perdida pela Artéria. Depois disso, ela se esgota novamente e volta a adormecer... |
![]() | Receita Antiga de Especiaria | Ofereça a fragrância de PV e Aptidões, e o éon concederá a Bênção do Reavivamento. Ofereça a fragrância de tolerância e mudança, e o éon concederá a Bênção da Proteção. Ofereça a fragrância de coragem e paixão, e o éon concederá a Bênção da Esperança. |
Estas entradas são um objeto, não um documento: o Arquivo aponta para algo na sua mochila, e a própria página do item traz a descrição.
| Entrada | Categoria | Item |
|---|---|---|
| (Antigo) Diário de Clóvis | Cartas e anotações | |
| A Entrada da Jêni | Chipe de arquivo | |
| A Princesa Florecanta e os Sete Brotescudeiros | Cartas e anotações | |
| Aniicápsula | Astra | |
| Aniimo | Aniimo | |
| Anotações do Velho Trufeiro | Cartas e anotações | |
| Arometista de Rosa-brancaneve | Especiaria Lendária | Arometista de Rosa-brancaneve |
| Artéria | Artéria | |
| Astra | Astra | |
| Brisa da Liberdade | Perfumes Lendários | Brisa da Liberdade |
| Caule da Flor de Chama | Especiaria Lendária | Raiz de Flor de Chama |
| Convite para a apresentação à meia-noite | Curiosidade | Convite para a apresentação à meia-noite |
| Costa Zéfira | Idília | |
| Desbravante | Interconexão | |
| Descobertas estranhas sobre o Trombico | Cartas e anotações | |
| Desejo de Ouro | Perfumes Lendários | Desejo de Ouro |
| Equívoco Perfeito | Perfumes Lendários | Equívoco Perfeito |
| Espada de Concha | Curiosidade | Espada de Concha |
| Estelina Grande Preciosa | Especiaria Lendária | Estelina Grande Preciosa |
| Evolução | Aniimo | |
| Explosão Vermelha | Perfumes Lendários | Explosão Vermelha |
| Flor Exploluz | Especiaria Lendária | Flor Exploluz |
| Flor de chama | Especiaria Lendária | Flor de chama |
| Flor-canto-de-baleia | Especiaria Lendária | Flor-canto-de-baleia |
| Fluxo de Prismana | Artéria | |
| Forma | Aniimo | |
| Idília | Idília | |
| Idília Antiga | Idília | |
| Inflorescência | Artéria | |
| Instituto Poláris | Astra | |
| Interconexão | Interconexão | |
| Juramento vinculativo | Perfumes Lendários | Juramento vinculativo |
| Lar | Perfumes Lendários | Lar |
| Laranja Ignicórdio | Perfumes Lendários | Laranja Ignicórdio |
| Ligação Espiritual: Espectralobo | Curiosidade | Ligação Espiritual: Espectralobo |
| Manuscrito de Sayn | Curiosidade | Chipe de arquivo: manuscrito de Sayn |
| Memórias do Perfumista | Cartas e anotações | |
| Mensagem de Sayn | Cartas e anotações | |
| Mural da caverna do Elmedon | Chipe de arquivo | |
| Mural do nascimento de Infergon | Chipe de arquivo | |
| Notas de pesquisa sobre a linguagem da corrente elétrica do Bulbim | Cartas e anotações | |
| Notas de pesquisa sobre rosa-brancaneve | Cartas e anotações | |
| Nova Partitura de "Liberdade" | Curiosidade | Nova Partitura de "Liberdade" |
| Núcleo da trepadeira | Especiaria Lendária | Núcleo da trepadeira |
| Núcleo de Aimo | Curiosidade | Núcleo de Aimo |
| O Carro de Corrida do Jôni | Chipe de arquivo | |
| Oniluva | Astra | |
| Orvalho Agridoce | Especiaria Lendária | Orvalho Agridoce |
| Orvalho de Flor-pétrea | Especiaria Lendária | Orvalho de Flor-pétrea |
| Osso de Batalha Canino | Curiosidade | Osso de Batalha Canino |
| Partitura de “Liberdade” | Curiosidade | Partitura de “Liberdade” |
| Paz de Espírito | Perfumes Lendários | Paz de Espírito |
| Pelugem Melancólica | Curiosidade | Pelugem Melancólica |
| Pesquisa sobre Flores-agridoces | Cartas e anotações | |
| Poeira Espiritual: Inferlobo | Curiosidade | Poeira Espiritual: Inferlobo |
| Poeira espiritual: Inferlobo Restringido | Curiosidade | Poeira espiritual: Inferlobo Restringido |
| Poeira espiritual: Velho Inferlobo | Curiosidade | Poeira espiritual: Velho Inferlobo |
| Posto Avançado | Astra | |
| Povoado da Costa Zéfira | Idília | |
| Presa Tenaz | Curiosidade | Presa Tenaz |
| Presente de convite da Vilaflor | Curiosidade | Presente de convite da Vilaflor |
| Promessa Centenária | Chipe de arquivo | |
| Punho | Curiosidade | Punhos |
| Pá de Lontra | Curiosidade | Pá de Timilontra |
| Ramo | Artéria | |
| Rastros do Vale Berilino | Chipe de arquivo | |
| Registro de chamadas do Raí | Chipe de arquivo | |
| Relatório de Pesquisa de Espécies de Gelosso | Cartas e anotações | |
| Resposta de Ouro | Especiaria Lendária | Resposta de Ouro |
| Ressonância Cordial | Perfumes Lendários | Ressonância Cordial |
| Sussurro da Saudade | Perfumes Lendários | Sussurro da Saudade |
| Tesouros do mar e sua localização | Cartas e anotações | |
| Tufobola Alegre | Curiosidade | Tufobola Alegre |
| Uma carta | Cartas e anotações | |
| Vermelho Eterno | Perfumes Lendários | Vermelho Eterno |
| Âmbar lúmino | Artéria | |
| “Notas de Pesquisa Anônimas” | Curiosidade | Notas de pesquisa anônimas |


























