Os Anciões e a Chama
Pesquisa do Obelisco
Sabedoria Popular da seção “Os Anciões e a Chama” do diário: 3 entradas, lidas em 3 locais nas regiões Campina Baixa, Planalto dos Nômades e Bosque Farto.
Os obeliscos que estudamos até agora indicam a existência de um sistema de escrita formal com logogramas e silabário, o que valida minha hipótese. Certos lexicográficos se repetem, indicando um consenso temático. Por outro lado, o vocabulário é limitado.
Como de costume, não consigo decifrar a linguagem. Estou decepcionada, porém não surpresa.
- Loraine Crim, Aurora do Ano, 505 E.A.
Após semanas de estudos elaborados, encontrei paralelos entre os caracteres fonéticos antigos simplificados e as origens históricas da escrita fonêmica dos humanos. Teorizo que o sistema alfabético moderno possa ter derivado do silabário antigo. Infelizmente, a investigação não pôde continuar por conta de um odor mortal e estranho emitido de uma abertura nas proximidades... Ele turvou a mente de meus pesquisadores e causou dor de cabeça a todos. Exatamente igual à escrita antiga, porém pior.
Por que os Ancestrais simplesmente não criaram um alfabeto tradicional, em vez de recorrer a diversos símbolos únicos e desnecessariamente complexos para cada sílaba? Pictogramas também funcionariam.
- Loraine Crim, Zênite do Ano, 505 E.A.
O objetivo da nossa expedição era decifrar a linguagem antiga. Minhas descobertas até o momento:
O pequeno símbolo que parece um Cervo Feérico adormecido significa "fogo". Ou coisa assim. Sinceramente, diria que esses símbolos foram construídos da forma mais imoral com o propósito de ridicularizar os pesquisadores. No entanto, vejo símbolos únicos comparados aos obeliscos do oeste... Um dialeto?
Talvez seja verdade o que os habitantes da cidade dizem, e os Ancestrais realmente desejavam manter seus segredos para sempre. O que me pergunto é: o que eles estavam tentando esconder?
- Loraine Crim, Aurora do Ano, 506 E.A.
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