Margens da cratera
Entrada do banco de dados
Os rastreios geológicos desta área mostram um declínio acentuado em todas as direções. Estes dados batem com a teoria que a Aurora despenhou-se nas margens de uma cratera vulcânica de 2x2km. É provável que a última erupção que chegou à superfície tenha sido há milénios, promovendo o ecossistema dentro da cratera a prosperar.
A ecologia desta fossa envolvendo a cratera suporta apenas dois tipos de vida: microscópica e da classe dos leviatãs. Não é recomendada a exploração.