Registo do Bart Torgal #3 - Voltar das profundezas
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É a primeira vez que vejo a luz do sol em meses. Depois de todo aquele tempo nas profundezas, estava a sonhar com este dia. Agora que estou de volta, acho difícil aproveita-la sozinho. O meu pai estava certo: nunca devíamos ter saído daqui. Não devíamos ter ido tão fundo. Eles não nos querem lá em baixo.
Apesar dos meus esforços, a doença está a apoderar-se de mim. As visões estão a piorar.
A Marguerit e o pai agora fazem parte do ecossistema deste incrível planeta. É reconfortante saber que quando me for, estarei com eles.
Até lá... bem, há sempre a vista.