Lesma Luminosa
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Entrada do APD
- Limacopelago kleptopharos, a lesma que rouba luz. Um parente livre-natante e luminescente da lesma-d'água, com traços quiméricos de uma espécie completamente diferente.
- 1. Fotocélula microbiana
- A lesma luminosa é alimentada pelo mesmo tipo de célula de combustível microbiana presente na lesma-d'água. Ela inala plâncton enquanto nada, o digere por fotodecomposição e o serve para bactérias luminescentes que vivem em bobinas de fibra vítrea profundas em seu manto. Essas fibras geram e direcionam a bioluminescência, podendo funcionar como lasers biológicos.
- 2. Controle de luz
- A lesma luminosa usa a sua luz para atrair alimento e parceiros. Quando ameaçada, ela carrega um flash de luz coerente e ofuscante para afugentar atacantes. Análises espectrogenéticas sugerem que esse mecanismo de defesa evoluiu de um sistema de regulação gênica interna: a sua função original, há milhões de anos, era a de ativar e desativar genes no corpo da lesma por sinais de luz codificados.
- 3. Morfologia de raia
- A lesma luminosa nada com "asas" como as de raias, que crescem a partir do seu pé. CORREÇÃO: o primeiro rascunho deste registro atribuía incorretamente essas asas a sequências genéticas transferidas de uma raia Proteana. Na verdade, as asas são um desenvolvimento do manto da lesma, como na dançarina espanhola da Terra. As sequências compartilhadas com raias Proteanas podem estar relacionadas ao item 4, abaixo.
- 4. Tráfego viral enigmático
- Variações em milihertz nos padrões de luz da lesma parecem correlacionadas com a atividade do Proteavírus nos tecidos da lesma. O clarão sinaliza o que o vírus está fazendo - mas também provoca alterações na atividade viral em outras lesmas (e, possivelmente, em outras espécies que veem o clarão). É possível que as exibições de luz da lesma forneçam ao Proteavírus um canal de dados em alta velocidade.
- Avaliação: pode servir como um dissuasor útil contra predadores, se manuseada. Feche os olhos para evitar danos.
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